segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Se não fosse o seguro da agricultura familiar, eu teria desistido de fazer o que mais gosto, que é plantar”, diz beneficiário da política


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segunda-feira, 23 Fevereiro, 2015 - 16:45
Foto: Eduardo Aigner/MDA
Depois de 12 anos dedicados à agricultura familiar no município gaúcho de Giruá, Jonas Jessé, 27 anos, quase deixou tudo para trás em 2013, quando uma forte geada causou prejuízos às plantações de trigo e soja da família.  Foi graças ao Seguro da Agricultura Familiar (Seaf), contratado com o Pronaf, que Jonas voltou atrás. “Se não fosse o seguro da agricultura familiar, eu teria desistido de fazer o que mais gosto, que é plantar.”
Hoje, Jonas sabe que pode plantar com segurança, pois pode acionar o Seaf sempre que eventos como seca, geada, granizo ou chuvas excessivas danificarem as plantações. “Aprendi a plantar com meu pai, acho que é por isso que faço tudo com tanto gosto. É bom saber que a gente não vai perder algo tão importante pra gente da noite para o dia”.
Seaf
Criado em 2004, a política busca para dar garantias aos agricultores familiares em caso de perdas de produção causadas por eventos climáticos inesperados, como seca, ventania ou chuva muito forte, além de doenças ou pragas, que ainda não possuem métodos difundidos de controle.
O seguro é automático a todos os agricultores familiares que acessam o financiamento de custeio agrícola do Pronaf para culturas incluídas no zoneamento agrícola e pode ser acionado sempre que houver perda de mais de 30% da plantação financiada. O Seaf cobre o valor financiado no custeio agrícola mais uma parcela de renda líquida.
Novo modelo
Em 2014, foi criado o novo modelo de Seguro da Agricultura Familiar (Seaf), anunciado no Plano Safra 2014/2015, para dar ainda mais segurança para o agricultor investir e produzir, porque além do custo de produção passa a ter cobertura de parte da renda esperada. É um novo conceito, que protege a expectativa de renda do agricultor e não só o custo de produção.  
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